O novo, de novo.

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No início do século XX, a revolução industrial já havia se consolidado e mudado o panorama e o estilo de vida na Europa e América do Norte a ponto de ser dito que não havia mais o que ser inventado, talvez apenas aprimorado. Bem, vimos que não foi bem isso que aconteceu.

A tecnologia evoluiu, ajudou o homem a superar desafios antes inimagináveis como pisar na Lua ou alimentar o planeta. Thomas Malthus, um famoso economista inglês do século XVIII, alertou que o crescimento da população não seria acompanhado pela disponibilidade de comida e que isso causaria um caos social irreparável. 150 anos depois, um agrônomo americano chamado Norman Ernest Borlaug deu início ao que seria conhecido como  “Revolução Verde”.

A expressão Revolução Verde refere-se a um conjunto de práticas agrícolas tomadas no início da década de 1960 que permitiu elevar significativamente a produção agrícola global, utilizando para isso técnicas de melhoramento genético de plantas e sementes, introdução de novas moléculas no tratamento de doenças no campo e uso intensivo de fertilizantes. Inovações no manejo das lavouras, mecanização em massa e irrigação foram outros desdobramentos dessa revolução.

No Brasil, o maior exemplo disso é Cerrado, região que compreende quase toda a porção central do país e que era conhecida por solos pobres e ácidos, sem nenhuma aptidão agrícola. Hoje, o Cerrado Brasileiro é uma das áreas agrícolas mais produtivas e dinâmicas do mundo.

Tecnologia sempre vai quebrar barreiras.

A Caffeex sabe disso, por isso ajuda seus clientes a se conectarem mais rápido, a fecharem negócios de forma mais eficiente e a reduzirem seus custos operacionais de forma brutal, quase de uma maneira “impossível”. Estamos aqui para mostrar na prática que o impossível ficou para trás.

Thales Consentine – Caffeex